• Joana Pinheiro

Tratamento pré-clínico da Artrite Reumatóide


A Artrite Reumatóide afecta mais de 1,5% da população mundial.

É conhecido que existem fatores ambientais e genéticos que desempenham um papel importante na progressão da doença. Antes da patologia ser diagnosticada, as pessoas entram num estado pró-inflamatório, mas é possível evitar a progressão da doença.

Sabia que existem diversas variações genéticas associadas à susceptibilidade de desenvolver Artrite Reumatóide? Existem inclusive certas alterações epigenéticas no líquido sinovial de pacientes com Artrite Reumatóide que parece aumentar as citoquinas e promover um estado pro-inflamatório.

Sabe-se ainda que existem vários fatores ambientais que podem exacerbar o estado pró-inflamatório, acelerando a progressão da Artrite Reumatóide. Desde o tabaco, as infeções por lipopolissacarídeos (LPS), a obesidade, uma alimentação processada e inflamatória podem contribuir para a ativação do processo imunitário. Concomitantemente, em muitos dos pacientes com Artrite Reumatóide verifica-se que ingerem alimentos processados e com baixo teor de nutrientes.

Assim, existem diversos aspectos que podem ser optimizados e corrigidos como um contributo positivo na proteção e redução do risco de Artrite Reumatóide, entre eles as mudanças de hábitos alimentares e a inclusão de suplementos que reduzam a inflamação (se necessário), como o caso do ómega-3 e a curcumina.

A intervenção nutricional não só auxilia na redução do risco mas também tem efeitos benéficos nos efeitos secundários, podendo inclusive prevenir outras condições de saúde.

O estado pré-clínico oferece uma janela de oportunidade de intervenção precoce, que pode e deve ser aproveitada!

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