• Joana Pinheiro

Crianças mais inteligentes


Há uma forte relação entre uma má alimentação e dificuldades de aprendizagem. Incluem-se nesta categoria: piores resultados em testes; uma função cognitiva mais limitada; menor estado de alerta, atenção e memória; dificuldades no processamento de informação visual e resolução de problemas, bem como maior absentismo.

Torna-se fundamental que em casa, quer nas escolas, as crianças possam comer alimentos saudáveis, capazes de nutrir o cérebro.

Eis algumas dicas:

- incluir sempre legumes ou salada nas refeições;

- banir o leite chocolatado;

- criar actividades para as crianças prepararem e provarem refeições saudáveis;

- ter quintas pedagógicas;

- evitar oferecer alimentos processados, fast-food e alimentos pré-confeccionados.

Há que variar e experimentar opções diferentes, sempre com muita diversão e calma, até porque não existe um alimento que tenha todos os nutrientes que precisamos.

Oferecer nutrientes essenciais para o cérebro se desenvolver e trabalhar em pleno é algo que todas as crianças deveriam ter acesso. Em determinados casos, para além de se trabalhar as estratégias alimentarem para essa diversificação, é preciso nutrir de forma mais extensa, mas também corrigir carências nutricionais, equilibrar flora intestinal...

Afinal, somos todos iguais, mas ao mesmo tempo todos diferentes.

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